O que se vê por aqui


Estas páginas tem o objetivo exibir o trabalho que venho desenvolvendo com estudantes da Educação Infantil passando pelo Ensino Fundamental e Ensino Médio, desde de 2005. Opto sempre pela utilização de materiais menos “nobres” e pela sua transformação no processo de produção da atividade escolar, sendo esta, uma das principais características das propostas. De maneira criativa e inusitada enfrentamos o problema: conseguir MAIS com MENOS. Como resultado, apresento o trabalho dos estudantes e mostro que é possível fazer arte de alta qualidade e uma série de outras atividade escolares com recursos materiais e didático-visuais mínimos. Muito obrigada pela visita.
• Clique sobre as imagens e veja em tamanho maior • Envie comentários para itarocha1@gmail.com

16 de jul. de 2021

A lenda do Sansa Kroma

Atividade para a Educação Infantil


O Sansa Kroma é um pássaro fantástico do imaginário de alguns povos de tribos da África do Sul. Quem já viu um, afirma que ele é uma espécie de falcão, uma das aves de rapina mais temida entre as aves e a de voo mais rápido do mundo. 

Diz à lenda que, um dia, em seu voo pela Savana, o pássaro avistou filhotes órfãos de Galinha D´Angola. Órfãos quer dizer, que os pintinhos não tinham mais a mamãe galinha e o papai galo d'angola para cuidar deles. Ao ver os bichinhos tão desprotegidos, Sansa Kroma se comoveu. A ave, que antes espalhava o terror pelos campos sul-africanos, desceu do céu, tomou-os em seu bico, levou-os para o seu ninho lá no alto dos galhos milenares do Baobá e cuidou deles até que ficassem adultos e pudessem cuidar de si mesmos. 

A mensagem que essa lenda nos transmite é que nas aldeias e comunidades da África do Sul as crianças nunca estão sós, todos os adultos têm a obrigação de zelar pelos pequenos. Isso quer dizer que sempre haverá alguém para cuidar das crianças. 


ATIVIDADE: Sansa Kroma, música para ouvir e cantar

Existe uma música folclórica da África do Sul que faz referência à lenda do Sansa Kroma. 
É uma canção muito divertida e fácil de aprender.  Veja a letra:

                SANSA KROMA
                NENA YO
                KEKE KOKOMBA
                (repete)

Clique no link e ouça “Sansa Kroma”, cantada pelo grupo Zimbe e pelas crianças de uma escola de Educação Infantil de um outro país africano chamado Gana.  

O Falcão Peregrino é a ave de rapina mais rápida do mundo

23 de jun. de 2021

Uma árvore de origami

 Público alvo: Educação Infantil, crianças entre 4-5 anos



Afinal, o que é ORIGAMI?

“Ori” quer dizer “dobrar” e “kami” significa “papel”. Assim, origami nada mais é do que a arte “dobrar papel”! Essa arte de dobradura de papel surgiu na China. Coincidência ou não, o mesmo lugar em que surgiu o papel! Porém, foi no Japão que o origami ficou mais conhecido.

No início o origami era feito apenas por pessoas ricas, pois o papel era muito caro. Só depois de muito tempo é que o origami passou a ser uma arte mais popular na ásia, sendo ensinado de geração a geração. 

Hoje em dia o origami é conhecido como sendo japonês, mas vale lembrar que a forma tradicional de iniciar uma figura de origami através de um quadrado de papel veio da China!

O mais interessante do origami é que ele estimula o desenvolvimento da habilidade manual, a concentração e o desenvolvimento da inteligência! E então, porque você também não tenta?


Atividade: Árvore de Origami 

Siga o passo-a-passo da atividade e faça a copa de uma árvore em dobradura. Depois, complete o desenho da árvore, desenhe e pinte a natureza em volta.


CLIQUE NAS IMAGENS para ampliar, fazer download e imprimir.

...
Fonte do texto, site Universidade das Crianças: http://www.universidadedascriancas.org/perguntas/quem-inventou-o-origami/

22 de jun. de 2021

Bandeirinhas de festa juninas de origami

 Publico alvo: Educação Infantil, crianças entre 4 a 5 anos





Atividade 1:  Apreciação artística

Antes da atividade prática, apreciaremos a pintura Grande fachada festiva, do ano de  1950, de Alfredo Volpi, um pintor ítalo-brasileiro considerado um dos artistas mais importantes do Brasil. 

Uma das características principais de suas obras são as bandeirinhas e as fachadas (as frentes) das casas, como na obra que veremos a seguir. 

Ítalo-brasileiro quer dizer que Volpi, como o artista é mais conhecido, nasceu na Itália mas viveu a maior parte da sua vida aqui no Brasil. 


Link para saber mais sobre Volpi: https://www.culturagenial.com/alfredo-volpi-obras-biografia/

 

Atividade 2:  Bandeirinhas juninas de origami 

Siga o passo-a-passo da atividade e faça bandeirinhas para enfeitar a Festa Junina.


CLIQUE nas imagens para ampliar, fazer download e imprimir.

3 de jan. de 2011

Grafismos Indígenas

Projeto desenvolvido em março e abril de 201o, com crianças do 3º e 4º ano do Ensino Fundamental I.Segundo informações colhidas no site do Museu do Índio, "as marcas gráficas de repetição formam um conjunto expressivo e específico de motivos decorativos, pintados, gravados, trançados e recortados, em diferentes suportes e objetos da vida cotidiana ou cerimonial. Apesar da grande padronização dos motivos, cada artesão tem seu estilo, sua excelência técnica e artística. Tradicionalmente, estas marcas são sempre motivos geométricos, abstratos e nomeados; representam, enquanto ícones, espécimes da flora e da fauna, especialmente a pele, as escamas, cascos e rastros de animais, cascas de árvores e elementos naturais". Como veremos nas formas e nos títulos das obras-exercícios-gráficos feitas pelos estudantes: Beiju repartido, Folha de açaí, Dente de jacaré, Caminho da saúva, Rastro de caramujo, Tucano etc.

Aproveitando a oportunidade da data comemorativa do Dia do Índio, decidimos introduzir, na escola o projeto Grafismos Indígenas. A idéia central foi abordar a cultura indígena através da sua arte expressa nos grafismos e demonstrar para aos estudantes, como podemos representar graficamente as padronagens, à maneira dos índios, através do exercício de repetição de traços únicos e simples, feitos iguais, por todos da turma.

O tema se justifica no fato de o estudo das culturas indígenas ser objetivo proposto nos PCN’S e, portanto, de interesse no projeto; diz o texto: “Conhecer e valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro, bem como aspectos socioculturais de outros povos e nações, posicionando-se contra qualquer discriminação baseada em diferenças culturais, de classe social, de crenças, de sexo, de etnia ou outras características individuais e sociais”.
Os objetivos foram: levar os estudantes conhecer e refletir sobre a arte gráfica indígena (escrita por imagens) e sua função na identificação destes povos, sabido que, aqueles que vivem aqui no Brasil não possuem escrita própria; vivenciar através de atividades artístico-plásticas um pouco dessa cultura gráfica; conhecer um pedaço da história do modo de vida dos índios brasileiros, antes da chegada dos portugueses – ouvindo, cantando e interpretando o texto da música citada; apreciar músicas cantadas por indígenas e comparar com nossa música, a cantada pelos os artistas citados acima; refletir, analisar e debater a relevância do tema para o a nossa cultura.
Como referência didático-visual, apropriamo-nos de duas linguagens artísticas diferentes: na arte visual, usamos impressos de plumária e arte gráfica indígena vista nos seus diversos suportes expressivos e na musical ouvimos a canção Todo Dia Era Dia de Índio de Jorge Bem Jor e Tim Maia, cantada por Bem Jor e Baby do Brasil; partido dessas referências, o tema desdobrou-se para outras abordagens interdisciplinares, como história, geografia e ciências.

Desenvolvimento

O projeto apoiou suas ações práticas nos três eixos diretores dos PCN’s-Arte:
  • Fazer artístico - cada uma das 10 turmas fez, para a exposição, uma obra-exercício coletiva diferente demonstrando o princípio de construção dos grafismos indígenas (por repetição), foram incentivados também a produzir individualmente outros tantos desenhos (interpretações ou releituras) quantos quisessem fazer, e ainda comparam as diferenças entre as nossas produções artísticas e as dos índios.
  • Apreciação da obra – todos os estudantes ouviram e/ou cantaram músicas com o tema, viram imagens da arte gráfica e plumária e visitaram a exposição dos seus trabalhos juntos com os dos outros colegas, relacionaram as imagens vista às suas correspondentes indígenas estudadas na sala de aula.
  • Reflexão - para que os ensinamentos proporcionassem, de fato, a construção de conhecimento dos estudantes, durante o andamento do projeto expressaram livremente suas opiniões, perguntaram, deram palpites. No final foram convidas as escrever, em suas palavras, um texto crítico-reflexivo falando a respeito do que sabiam e pensavam antes sobre a arte e a cultura indígena e o que sabem e pensam agora, demonstrando o que aprenderam, o que acharam das obras feitas individualmente e coletivas para a exposição, se o conhecimento teve importância cultural para eles, e ainda dar sugestões para melhorar as próximas aulas.

As outras disciplinas em que o projeto transitou através da música:
  • História: saber como viviam e vivem hoje os índios, através da interpretação do texto da música Todo Dia Era Dia de Índio.
  • Português: vocabulário, ver no dicionário o significado das palavras e expressões desconhecidas na música, tais como: cunhatã, curumim, proprietários, Terra Brasilis, equilíbrio, ecológico, fauna, flora, fraternidade, etc
  • Ciências: entender o que significado da frase da música “Preservando o equilíbrio ecológico da terra, fauna e flora”, fazê-los perceber que, também são parte da fauna terrestre, portando, animais (a maioria não sabia!).
  • Geografia: localizar no mapa do Brasil onde vivem os povos indígenas cujas músicas foram ouvidas e os criadores dos grafismos que nos “inspiraram” a fazer as obras expostas.
  • Matemática: saber quantos índios viviam no Brasil antes de Cabral, quantos vivem hoje e onde estão a maioria deles

26 de dez. de 2010

Thaj Mahal - uma linda história de amor

O projeto foi desenvolvido no primeiro semestre de 2009, com crianças do 3º ano do ensino fundamental.
A idéia central foi trazer para a sala de aula a novela “CAMINHO DAS ÍNDIAS”. Já que a telenovela atinge tão profundamente os educandos, que se identificam, se envolvem com a história e até usam como exemplos, o que quimosse foi nos apropriar desse cana de comunicação epor meio dele , proporcinar mais informações artístico-culturais, sobre o país Índia, quanto aos costumes, música, dança, pintura corporal, arquitetura, indumentária, localização geográfica, etc. Toda a sequencia didática se desenvolveu amarrada na história do Taj Mahal, cuja imagem apareceu primeiro, todos os dias, na abertura da telenovela. Assim, prometi aos estudantes que, no final do projeto, lhes contaria "uma linda história de amor".

Oque fizemos de diferente:
  • Dei as aulas vestida com o Sári indiano;
  • Aula de história: adaptei a história do Taj Mahal para crianças;
  • Aula de geografia: localizamos no mapa a Índia e a Ásia, o Brasil e as Américas, e aprendemos que indianos são asiáticos e brasileiros, AMERICANOS!!!
  • Conhecemos o artista brasileiro, Jorge bem Jor, autor da música Taj Mahal;
  • Conhecemos o artista indiano Ravi Shankar;
  • Fizemos meditação indiana e pintamos 3° olho;
  • Conhecemos o Taj Mahal, uma das novas Maravilhas do Mundo;
  • Encerramos com uma exposição das artes feitas pela crianças e uma festa com músicas e danças indiana imitando as que apareceram na novela, mais, Taj Mahal, de Bem Jor.

4 de out. de 2008

Duchamp desconstruído

Durante a exposição Marcel Duchamp: uma obra que não é uma “obra de arte”, realizada entre julho e setembro de 2008, no Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM SP, atuei como educadora nas visitas guiadas e atendi a estudantes de 7ª e 8ª séries, vindos de escolas estaduais de São Paulo. Apresento a seguir a atividade prática denominada "Duchamp desconstruido", criada por mim, aceita pelo educativo do museu, proposta aos estudantes da EE Raul Cortes, após a visita.

Objetivo
Tal qual Duchamp fez quando questionou o valor e a idéia que se tinha de obra de arte no início do século XX, ao colocar os Ready-mades, o objetivo desta atividade é demonstrar de modo prático, o funcionamento desses mecanismos (conceito) de dessacralização propostos, através de intervenções sobre reproduções de algumas de suas principais obras como L.H.O.O.Q. (A Monalisa), Fonte e A noiva despida por seus celibatários, mesmo (ou O grande vidro). Assim, dessacralizar também a imagem de “artista genial”, que hoje lhe atribuímos, criador de obras de grande valor para contemporaneidade.

Argumento prévio para o desenvolvimento da atividade
Na perspectiva conceitual, proposta por Duchamp, a arte deixa de ser a materialização de um quadro ou escultura - de conteúdo estético tal como formas, cores, interpretações da realidade, maneira ou estilo - para transformar-se na concepção que o artista tem da obra de arte. Visto assim, fraco de vidro lacrado é O Ar de Paris, mictório é Fonte, porta-casacos colocado no chão é Armadilha.Quando o objeto é reconhecível como estético - obra prima da história da arte na modernidade - como a Monalisa, “pintura-mito” feita pelo “gênio-mito” Leonardo da Vinci, Duchamp compra cartões impressos com imagem; desenha-lhe bigode e cavanhaque e acrescen­ta-lhe um novo título L.H.O.O.Q.*. Com o gesto, transforma-a em ready-made, a nova categoria de artes criada por ele.Assim desloca o seu valor estético e a dessacraliza - não o retrato, mas da própria arte, desembaraçada de seu brilho (aura).
Há, de fato, ruptura entre a arte que se fazia antes daquela proposta por Marcel Duchamp e aquilo que se faz hoje. Mesmo em meio ao 'moderno', ele nos proporcionou trabalhos que permitiram-nos considerá-lo o precursor da arte contemporânea. E, por conseqüência, junto com sua obra, sacralizou-se também; a ponto de nos referirmos a ele como “artista genial”, criador de “obras geniais”.

Material
Lápis de cor, canetas coloridas, imagens de revistas, cola, tesoura e xerox colorido no formato A4 das seguintes obras: LHOOQ, Fonte, O Grande Vidro (Parte 1: Domínio da Noiva e parte 2: Domínio dos Celibatários)

Metodologia
Todas as cópias foram misturadas e colocadas dentro de um envelope, de onde os estudantes retiraram, ao acaso, uma imagem-obra de Duchamp, e sobre a qual tiveram liberdade para interferir, limitados apenas pelos materiais disponíveis. Ao final pediu-se que dessem um novo título e que assinassem o trabalho, transformando, asim, a obra de Duchamp em uma outra obra de arte, nova, a feita pelo estudante.


Veja alguns dos resultados obtidos
T
ítulo 1: Mulher ao Contrario
Título 2: Frida Lisa
Trabalhos feitos em cima da reprodução da obra L.H.O.O.Q (a Monalisa)

Título 3: Mulher perfumada industrialmente
Título 4: Dia-a-dia de sempre, menos aos sábados
Trabalhos feitos em cima
da reprodução da obra A noiva despida por seus celibatários, mesmo. Ou Grande Vidro.

Nota: * L.H.O.O.Q. quando lidas as letras em seqüência, em francês traduz-se a frase obscena Ela tem fogo no Rabo.

27 de fev. de 2008

Paisagem Brasileira

Em novembro de 2007, a EE Homero dos Santos Fortes, realizou a sua a IV Feira Ecológica Anual; o assunto escolhido foi meio ambiente centralizando o estudo no Pantanal. Coube aos professores a função de pesquisar e desenvolver o projeto dentro do tema dado, cada um focando os aspectos temáticos relacionados à sua disciplina. Nesse ano, atendi a turmas de 1ª e 4ª Séries do Fundamental I.

Optei pelo tema Paisagem e por apresentar em DVD, imagens baixadas da internet de artistas que abordaram em suas pinturas a paisagens, a fauna e flora do Brasil, como Debret, Eckout, Tarsila.

As técnicas aplicadas nas atividades de criação foram, basicamente, dobradura, colagem e desenho de observação.

O trabalho dividiu-se em 4 fases:

  1. Abordagem do tema paisagem nas artes e visualização do Brasil, através das pinturas dos artistas citados;
  2. Reconhecimento da paisagem do Pantanal pela internet - como tudo pudemos ver por lá;
  3. Criação da paisagem Pantanal com águas, arvores e animais;
  4. Montagem.







O material usado foi papel sulfite, papel espelho, papel laminado, revista, cola e tesoura.

O suporte do trabalho foi papel sulfite colando uma folha ao lado da outra até que se completou paisagem. Cada um dos estudantes fez três folhas, em média.

Totalizaram em folhas de papel sulfite com criações dos estudantes:

  • 1097 folhas com colagens de árvores, feitas pela 1ª série
  • 482 folhas com colagens de água, 4ª série
  • dobraduras de animais: a quantidade é indefinida, pois o painel ficou disponível para a interferência dos outros professores e suas turmas, quem quis contribuiu e colou o seu.

Futebol Arte

O Projeto Futebol Arte, foi realizado durante a Copa do Mundo de Futebol de 2006, na EE Luís Gonzaga Travassos da Rosa.

Os artistas que serviram de referência para o trabalho foram: Aguilar com as pinturas da "Série do Futebol 1, 2 e 3", que pertencem ao acervo MAC-USP; Athos Bulcão e os módulos de azulejos que se vê na cidade de Brasília.
Montamos um mural de colagem organizado em sistema modular, cujo simulado é a bola de futebol. O trabalho coletivo foi feito por estudantes de 4 salas diferentes da 7ª série; cada um fez 2 unidades do módulo, totalizando 328 peças.

Fizemos outra variações criativas com o mesmo tema. Os trabalhos que vemos a seguir, foram orientados por mim, mas são solicitações de outros professores.

Da esquerda para a direita temos:

Estádio de futebol: trabalho realizado por alunos da 8ª série, com caixas de papelão e colagem.
Seleção brasileira: desenho feito por aluno da 1ª série do ensino fundamental.
Bandeira do Brasil: feita por alunos de 8ª série com tiras de papel crepon.
Camisas das seleções: desenhos feitos por alunos de 5ª série.

Árvore de natal estilizada em forma de pirâmide

No natal de 2006, na EE Luís Gonzaga Travassos de Rosa, propus a construção de uma árvore estilizada em forma de pirâmide, decorada com dobraduras e CDs usados. Participaram desse evento todas as classes para as quais eu ministrei aula, estudantes de 5ª a 8ª séries.


Para isso, juntamos 408 caixas de leite limpas, trazidas pelos alunos e professores. Abrimos todas elas e remontamos, com fita durex larga transparente, do lado prateado. Empilhamos e decoramos.

Outros trabalhos realizados em 2006 no Travassos

Exposição de painéis

• Evolução célular - círculos recortados de papel coloridos de revistas, feito pela 6ª série do Ensino Fundamental
• Silhuetas - contorno do corpo dos próprios estudantes deitados sobre o papel kraft, mais pintura a guache e giz, feito pela 6ª série do Ensino Fundamental
• Colagem floral - com módulo de repetição, feito pela 5ª série do Ensino Fundamental

Geometrização na Arte

Geometrização na Arte - projeto desenvolvido em 2005, na EE João Amos Comenius, por estudantes de 7ª e 8ª série, foi classificado entre os concorrentes à final do do VI Prêmio Arte na Escola Cidadã. Os artistas abordados foram Picasso, Modriam e Vasarely.

Arte e Meio Ambiente

Projeto Arte e Meio Ambiente foi desenvolvido em 2005 por alunos do 1° e 2° ano do Ensino Médio, na EE João Amos Comenius, em São Paulo.


Atividade para o 2° ano

Construção de figuras tridimensionais. O trabalho consistiu em recortar caixas de papelão em pequenas peças moduladas encaixáveis, semelhantes ao brinquedo Lego, que vemos ao lado direito.


Atividade para o 1° ano

• Painel em dobradura feito com panfletos de supermercado

• Móbilis feitos com garrafa Pet e CDs usados

• Bonecos feitos com caixas de leite


Material: caixas de papelão, revistas, tesoura e cola


Vemos ao lado esquerdo imagens dos seguintes trabalhos:
• Queimada:
representa árvores em chamas com o fogo avançando sobre a floresta.
• Árvore cortada: demonstra o corte de árvores
• Rio e peixes: geometrização